Fun

Samba butchering in 1980

Can you imagine in 1980 a Samba didn’t had any value at all… so they just crushed it!

Maybe You have to zoom in…:)

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Thanks to my good friend Hubert to share these pictures!

Big reunion from our 1952 convertible with its former owner.

Leading French VW magazine Super VW mag featured in their 350th edition  (February 2019) our reunion with Mr Thomas in may of 2018 with our all original 1952 split window convertible.

An unbelievable emotional visit is immortalised now in a paper edition of the Super VW magazine, Thanks to Cyril and Julien David for for the pictures  the feature and BBT Pascal to accompany Bob on the drive to Paris with his pride.

And very special thanks to Mr Thomas who used the 1952 vert as a daily driver between 1961 and 1969.

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A day to never forget!

1951 Azur blue split delivered!

Mr & Mrs Kovani picked up their new pride, the magnificent BBT 1951 Azur Blue split.

35 years Mr Kovani wanted a split already, so we can easily say that for him a big dream came true!

We wish the Kovani’s a lot of success and joy with their new pride!

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Volkswagen do Brasil celebrates 60 years beetle production

I thought this article was very interesting where Volkswagen do Brasil looks back on the start of their Beelte production 60 years ago… congratualions with the Birthday VWdB!

And a good experience for our portuguese language too!…:)

Volkswagen Fusca brasileiro celebra 60 anos

Modelo que é um dos mais vendidos da história do Brasil, completa 60 anos do início da produção nacional no dia 3 de janeiro

 

Em 3 de janeiro de 1959 começava a produção nacional do Volkswagen Fusca. O modelo celebra 60 anos do início da sua produção local nesta quarta-feira (3). Ele tem uma série de curiosidades que fazem parte da história do País e da indústria automotiva no Brasil.

O modelo surgiu na Alemanha em 1935 e foi criado por Ferdinand Porsche. Ele foi um pedido de Adolf Hitler ao engenheiro. O então líder alemão queria que país tivesse carro popular e acessível ao povo.

A fábrica em que o Volkswagen Fusca brasileiro era produzido continua em plena atividade até hoje. É a planta localizada às margens da Rodovia Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).

Atualmente, a fábrica é responsável, entre outros modelos, pela produção do Polo e do Virtus.

Volkswagen Fusca nas ruas

Segundo o Detran de São Paulo, existem 827.202 unidades do Volkswagen Fusca registradas em todo o Estado. De acordo com o órgão, ele também é o carro mais colecionado – são 6.927 exemplares com placa preta. Essa placa é designada a veículos em perfeito estado de conservação e originalidade.

Dos exemplares com placa preta, 3.856 unidades estão na cidade de São Paulo. Em seguida vêm Campinas (193 unidades) e São Bernardo do Campo (167 unidades).

Números no Brasil

A produção ininterrupta do Volkswagen Fusca no Brasil foi de 1959 até 1986. Após esse período, em 1993, a pedido do então Presidente da República Itamar Franco, o carro voltou a ser fabricado.

O final definitivo do Volkswagen Fusca no Brasil ocorreu em 28 de junho de 1996, quando saiu oficialmente de linha. Para celebrar, ganhou uma série limitada batizada de Ouro, com 1.500 unidades.

A produção, porém, continuou até 2003, pois ele ainda era feito em Puebla, no México.
Ao todo, foram produzidos 3,3 milhões de unidades do Fusca no Brasil nos dois períodos. Até os anos de 1970, ele já havia atingido 1,5 milhão de exemplares – melhor época do modelo.

No mundo todo, foram 21,5 milhões de unidades, o que coloca o modelo como um dos mais vendidos de todos os tempos, ao lado de carros como Volkswagen Golf e Toyota Corolla.

Motores Volkswagen Fusca

No início, muitas das peças usadas na montagem do “besouro” no Brasil eram importadas, mas a Volkswagen conseguiu atingir um índice de nacionalização de 95% já em 1961. No mesmo ano, o modelo ganhou nova transmissão de quatro marchas, agora sincronizada.

Em 1967, a Volkswagen substituía o motor 1.200, de 36 cvde potência, pelo 1.300, que rendia 10 cv a mais. Em 1970 chegava a versão 1.500, de 52 cv, com freios a disco e bitola traseira mais larga.

Fusca 1966 com 560 mil km rodados ganha restauração na fábrica
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A partir de abril de 1974, o carrinho passou a ser equipado com acelerador de duplo estágio, o que visava a economia de combustível. A maior novidade desse ano, porém, foi o lançamento do Super Fuscão, a versão com apelo esportivo do modelo, que era equipada com o propulsor de 1.600 cm³ de cilindrada. Com dupla carburação, ele rendia 65 cv e atingia 134 km/h de velocidade máxima.

Um ano depois, saiu de cena a versão 1.5 e surgiu o Fusca 1.300-L, ou versão luxo. Em 1981, o motor 1.3 chegou também na opção a etanol e, no ano seguinte, saiu de linha o propulsor 1.6.

Esse propulsor voltaria a equipar o Volkswagen Fusca em 1984. Isso após passar por modificações que o deixaram mais eficiente e econômico.

Novas gerações

O Volkswagen Fusca teve duas releituras modernas. Em 1998, a marca apresentou o New Beetle. Ele usava a mesma plataforma e motores de Golf e Bora. Sua produção durou até 2010.

Apresentado em 2011, já como modelo 2012, surgia o novo Beetle, a segunda geração moderna. Dessa vez, o carro adotaria um motor turbo 2.0 de até 211 cv. O câmbio era automatizado de seis marchas.

O nome seguiria a nomenclatura tradicional de cada país em que fosse vendido – como no original. No Brasil ele foi Fusca e no México, Vocho.

Na França, usava o nome Coccinelle. Sem sucessor, o novo Fusca saiu de linha no final de 2018. Houve série Last Edition nas versões cupê e conversível.

O PRIMEIRO: O FUSCA DE 1938

No Dia Mundial do Fusca, selecionamos alguns momentos do nosso ‘besouro’ mais querido para mostrar a (discreta) evolução do desenho do carrinho. Desde seus primeiros exemplares, do longínquo ano de 1938, até os últimos fabricados no México em 2003 (!), o Fusca original passou por algumas evoluções importantes. Nenhuma, no entanto, abalou seu inquestionável carisma.